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Além
de cores, números e outros símbolos, pode-se conferir
à mandala diferentes características vibratórias.
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| Exemplos: |
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1.
Utilizando formas de linhas curvas ou com arestas pode-se atribuir
à mandala mais suavidade ou mais força, respectivamente.
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A
primeira mandala, toda composta por figuras curvas transmite mais
suavidade, mais tranqüilidade, consequentemente, sugere mais
passividade ou uma exteriorização de energia (do indivíduo)
mais comedida. Já a segunda mandala, composta de linhas duras,
transmite mais força e uma exteriorização de
energia firme e decidida.
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2.
Pode-se imprimir movimento na mandala. Isso pode ser feito com
a inclusão de uma figura (ou figuras) sugerindo rotação.
Nas mandalas abaixo temos os sentidos horário e anti-horário:
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Na
primeira coluna, as mandalas, sugerindo o movimento horário,
mobilizam a energia de forma "evolutiva" ou seja, remetendo
à elevação e à sutilização
(espiritualização ou transcendência).
Na segunda coluna, as mandalas sugerem o movimento anti-horário,
que remete à "involução", à
densificação (ou materialidade).
Obs: Um símbolo invertido, seja horizontal ou verticalmente,
sempre irá ter conotação inversa à original.
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3.
Raios inseridos nas duas primeiras mandalas sugerem irradiação
de energia; exteriorização. Os raios da terceira mandala,
convergindo para o centro, sugerem a concentração
de energia; interiorização.
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| Josana
Camilo |
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